Ameaças de ataques leva a polícia a intensificar as rondas nas escolas.

Após tragédias ocorridas nas escolas de São Paulo e Blumenau (SC), as Polícias Militar e Civil intensificam o esquema de segurança.
O clima é de medo e tensão. Desde que os últimos episódios de repercussão nacional comoveram o país, quando um adolescente tirou a vida de uma professora e um jovem de 25 anos, interrompeu a trajetória de 4 crianças, entre 4 e 7 anos de idade, várias notícias ameaçadoras ascenderam o alerta também nas escolas de diversas cidades baianas.
Nesta semana, falsas notícias de possíveis ataques, divulgadas por meio das redes sociais levou a Polícia Militar a intensificar o policiamento e o esquema de segurança em escolas das cidades de Poções, Boa Nova, Bom Jesus da Serra, Mirante, Caetanos, Planalto, Barra do Choça e Anagé, área de cobertura da 79ª CIPM.
As autoridades informaram que estão atuando de forma integrada desde a última terça-feira (11), no âmbito da Operação Escola Segura, para prevenir ataques e impedir que cenas de violência se repitam, bem como fazer cessar a propagação das Fake News, por meio da identificação dos autores das mesmas.
Tão logo identificados, os autores das mensagens serão encaminhados para as Delegacias das cidades que fazem parte da operação, onde a Polícia Civil fará a investigação, a fim de aplicar as medidas cabíveis, de acordo com a legislação.
É o que vem acontecendo na capital do Estado e no interior, desde o início desta semana. As apreensões de pelo menos nove adolescentes pela Polícia Civil, através da Operação Escola Segura, em virtude de um possível envolvimento e disseminação de ameaças de ataques a escolas aconteceram em Salvador, Juazeiro, Iaçu, Maiquinique, Paratinga, Itapetinga, Ituberá, Vitória da Conquista e Itarantim.
Lembrando que, de acordo com o Art. 287-A do Código Penal, “divulgar informação ou notícia que sabe ser falsa e que possa modificar ou desvirtuar a verdade com relação à saúde, segurança pública, economia ou processo eleitoral ou que afetem interesse público relevante” é crime e com pena de detenção, de um a três anos, e multa, se o fato não constitui crime mais grave.
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