Iguaí: Descaso público, prefeito Rony não pagou o 13° salário dos servidores.

Foto: Portal Poções
Funcionários da prefeitura de Iguaí continuam sem receber o pagamento do 13° salário. O sindicato dos servidores municipais da cidade [Sinserv] publicou uma nota de repúdio contra o prefeito Ronaldo Moitinho dos Santos, o “Rony Moitinho”. “O SINSERV-Sindicato vem público externar seu repúdio pela falta de compromisso e desrespeito do prefeito com homens e mulheres que trabalham em defesa do Município de Iguaí”, diz trecho da nota. De acordo com o sindicato são mais de 900 servidores afetados sem o pagamento do benefício neste final de ano. Em outro trecho, a nota diz que “o não pagamento dentro do prazo estabelecido por lei, conforme prevê a legislação, precariza ainda mais a situação dos profissionais, que contavam com este recurso para a data e atinge também a economia local”. O 13° salário é previsto na Constituição Federal, através do art. 7º, inciso VIII. Ainda conforme o Sinserv, esta seria a segunda vez que o mesmo prefeito falta com o pagamento do 13°. A primeira vez teria ocorrido em 2012. Logo que tomou posse de seu segundo mandato, o prefeito havia dito que a situação financeira do município estava equilibrada. Um ano depois, ele volta a dizer que o município está passando por dificuldades financeiras e não tem dinheiro para pagar 13º dos trabalhadores.
Na sexta-feira, os servidores fizeram um protesto contra a administração pública sobre a falta do pagamento do benefício natalino. A fala do prefeito durante entrevista de que vai pagar o 13º só em janeiro irritou ainda mais o sindicato e a categoria, que já vinham cobrando uma definição.
O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Educação considerou “desastrosa” a posição do governo municipal o anúncio do pagamento do 13º salário do funcionalismo no próximo não de 2019.
Os servidores tem protestados nas redes sociais contra a descaso do prefeito com os trabalhadores que estão com seus salários e décimo terceiro atrasados. “O grito que não se cala é, prefeito Caloteiro pague o nosso dinheiro”, diziam os manifestantes nas sedes sociais. GN
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