{"id":84587,"date":"2019-11-14T16:53:02","date_gmt":"2019-11-14T19:53:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adelsonmeira.com.br\/?p=84587"},"modified":"2019-11-14T16:53:02","modified_gmt":"2019-11-14T19:53:02","slug":"brasil-virus-da-zika-pode-inibir-proliferacao-da-forma-mais-agressiva-de-cancer-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portaldosudoeste.com.br\/v1\/2019\/11\/14\/brasil-virus-da-zika-pode-inibir-proliferacao-da-forma-mais-agressiva-de-cancer-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Brasil: V\u00edrus da Zika pode inibir prolifera\u00e7\u00e3o da forma mais agressiva de c\u00e2ncer, diz estudo"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_43751\" style=\"width: 609px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-43751\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-43751\" src=\"http:\/\/www.adelsonmeira.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/zika_virus-just_real_moms-1.png\" alt=\"\" width=\"599\" height=\"403\" \/><p id=\"caption-attachment-43751\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) descobriu que o v\u00edrus da zika pode ser capaz de inibir a prolifera\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata. Os testes foram feitos com amostras de c\u00e9lulas in vitro de um tipo espec\u00edfico de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, o adenocarcinoma. Segundo o professor de Farm\u00e1cia Rodrigo Ramos Catharino, que coordenou as pesquisas, a escolha desse tipo de c\u00e9lula tumoral se deu pelo fato de esse ser um dos mais comuns, al\u00e9m de ser a forma mais agressiva de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata. \u201cSeguimos a ideia de que, logicamente, se o zika resolvesse a forma mais agressiva, as outras formas tamb\u00e9m seriam poss\u00edveis de serem curadas e\/ou tratadas\u201d, explica ao jornal o Globo. As amostras do v\u00edrus foram obtidas a partir de um paciente infectado no Cear\u00e1 em 2015. Ap\u00f3s o cultivo em laborat\u00f3rio, o v\u00edrus foi aquecido a uma temperatura de 56\u00baC para que sua potencialidade inflamat\u00f3ria fosse eliminada. Depois disso, uma cultura de c\u00e9lulas tumorais foi colocada em contato com o v\u00edrus inativado. De acordo com os estudos, a an\u00e1lise feita ap\u00f3s 48h mostrou que a cultura exposta ao v\u00edrus da zika apresentou um crescimento 50% menor que a amostra que n\u00e3o entrou em contato com ele. Segundo Catharino, isso acontece porque o v\u00edrus modifica o metabolismo do tumor, produzindo subst\u00e2ncias nocivas que fazem as c\u00e9lulas entrarem em &#8220;estresse&#8221;, uma esp\u00e9cie de colapso que levam as part\u00edculas \u00e0 morte. Os resultados do trabalho foram publicados na revista cient\u00edfica americana \u201cScientific Reports\u201d. Ele envolveu mais de dez pesquisadores de diferentes \u00e1reas durante cerca de um ano e meio e contou com recursos p\u00fablicos da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (Fapesp).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) descobriu que o v\u00edrus da zika pode ser capaz de inibir a prolifera\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata. Os testes foram feitos com amostras de c\u00e9lulas in vitro de um tipo espec\u00edfico de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, o adenocarcinoma. 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