Tragédia em Poções: Sobreviventes de desastre na BR-116 dizem que motorista cochilou ao volante

Foto: Portal Poções
Morreu na tarde desta sexta-feira (30) mais um passageiro do ônibus de turismo que capotou em uma ribanceira da rodovia BR-116, altura do KM 748, próximo a Poções, sudoeste da Bahia, nesta quinta (29). Duas das 43 pessoas que que sobreviveram ao acidente com um ônibus da Viação Cida Transportes, afirmaram que o motorista demonstrava sinais de extrema fadiga e que pode ter cochilado ao volante no momento do acidente, provocando a tragédia. Seis adultos e duas crianças perderam suas vidas. O ônibus, que saiu de Arcoverde (PE) rumo a São Paulo, tinha dois motoristas. “O moço vinha correndo muito. A cada 20 minutos ele parava para lavar o rosto”, afirmou Maria das Graças Alves de Andrade, 43 anos, sobrevivente. Ela é esposa de um dos mortos no desastre. O casal é de Pesqueiras, município do agreste pernambucano, mas moram em São Paulo há 9 anos. Eles voltavam da cidade natal após batizarem a filha, uma menina de 6 anos que também estava no ônibus e se feriu, mas que está fora de perigo. “A empresa não está me dando nenhum suporte ou acompanhamento. Perdi metade de mim, mas vou tocar o barco e exigir meus direitos”, disse. Esta versão contada por Maria das Graças é confirmada por Ivanilda dos Santos Pereira, passageira que também sobreviveu.

Foto: Portal Poções
Duas das 43 pessoas que que sobreviveram ao acidente com um ônibus da Viação Cida Transportes, afirmaram que o motorista demonstrava sinais de extrema fadiga e que pode ter cochilado ao volante no momento do acidente, provocando a tragédia. Seis adultos e duas crianças perderam suas vidas. O ônibus, que saiu de Arcoverde (PE) rumo a São Paulo, tinha dois motoristas. “O moço vinha correndo muito. A cada 20 minutos ele parava para lavar o rosto”, afirmou Maria das Graças Alves de Andrade, 43 anos, sobrevivente. Ela é esposa de um dos mortos no desastre.O casal é de Pesqueiras, município do agreste pernambucano, mas moram em São Paulo há 9 anos. Eles voltavam da cidade natal após batizarem a filha, uma menina de 6 anos que também estava no ônibus e se feriu, mas que está fora de perigo. “A empresa não está me dando nenhum suporte ou acompanhamento. Perdi metade de mim, mas vou tocar o barco e exigir meus direitos”, disse. Esta versão contada por Maria das Graças é confirmada por Ivanilda dos Santos Pereira, passageira que também sobreviveu.
Ela diz que o segundo motorista aconselhou o condutor a lhe passar a direção, pedido que lhe foi negado várias vezes. “Pouco antes do acidente o ônibus havia tombado um pouco, em uma curva, por causa da alta velocidade. Foi quando o outro motorista perguntou: ‘quer que eu leve’. Ele disse que não precisava. Vinte minutos depois o ônibus desceu a ribanceira”, revelou Ivanilda. “Foi negligência do motorista. Ele sabia que estava com sono e deveria ter passado o volante ao outro rapaz. Os outros passageiros pediram para ele parar, mas ele foi intransigente”, complementou a passageira, que levou oito pontos na cabeça e acompanha um dos filhos, que permanece em estado grave na UTI de Hospital Geral de Vitória da Conquista.
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