Prefeito Adonias recebe Selo de Transparência do MP por gastos com festas públicas e a Festa de Nossa Senhora da Boa Nova.

O selo de transparência concedido ao prefeito Adonias Rocha, do município de Boa Nova, pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), reconhece a sua gestão eficiente e transparente dos recursos públicos, especialmente no que diz respeito aos gastos com festas públicas e à festa de Nossa Senhora.
A administração municipal tem se destacado pela valorização da publicidade e transparência, buscando a participação ativa dos cidadãos na gestão pública. Para isso, são adotadas diversas medidas, como a divulgação em tempo real de dados orçamentários e financeiros, a disponibilização de informações sobre pessoal, licitações, contratos e patrimônio público em local de fácil acesso, além da realização de audiências públicas e a manutenção de uma ouvidoria presencial.
O prefeito Adonias Rocha destaca que o selo entregue pelo MP-BA fortalece a democracia e promove um entendimento mais amplo sobre a responsabilidade e transparência na administração pública. Para ele, essa conquista deve ser compartilhada com toda a população de Boa Nova.
No evento, também foi lançado um painel eletrônico pelo Ministério Público da Bahia, que reúne informações sobre os investimentos dos municípios baianos em festas juninas. Essa iniciativa contou com a presença de diversas autoridades, como promotores de Justiça, representantes dos Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios, prefeitos e secretários municipais.
A promotora presente no evento ressaltou a importância da transparência para a democracia e parabenizou os municípios que prestaram as informações necessárias. Ela também lamentou aqueles que não aderiram à iniciativa, destacando que perderam a oportunidade de reafirmar o compromisso com a sociedade. A ação demonstra o comprometimento dos órgãos de controle com o controle preventivo, visando identificar irregularidades precocemente, evitar gastos desnecessários e combater a corrupção. Vale ressaltar que a atuação repressiva contra má-fé ou atos dolosos continuará sendo realizada pelos órgãos de controle, mas esse não é o objetivo principal da iniciativa de transparência.
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