Os dirigentes dos sindicatos rurais de Jequié, Ilhéus, Ipiaú, Itagibá, Barra do Rocha, Ubatã , Ibirapitanga, Ibirataia e Barro Preto, mostraram seus posicionamentos e disseram que promoverão outras reuniões como essa que foi motivada pelas recentes ocupações protagonizadas pelo MST em algumas fazendas do interior baiano.
Informações dão conta de que o MST poderá realizar novas ações, já que pretende negociar com os governos federal e estaduais a retomada da reforma agrária, além de um projeto para a agricultura familiar.

Os ruralistas argumentam que invasão de terra é crime, previsto no Código Penal, e que eles não pouparão esforços na defesa do direito de suas propriedades que são produtivas e geram emprego e renda.
Alguns participantes do evento chegaram a admitir posições radicais na defesa do patrimônio, enquanto outros indicaram os procedimentos recomendados pela FAEB, em caso de ameaça ou invasão de terra.
O produtor rural, Sérgio Gondim, disse que esse encontro foi o passo inicial de uma articulação que pretende agregar fazendeiros de muitos outros municípios e se fortalecer nos propósitos que a norteiam. (Giro/José Américo Castro



